Existem momentos em que um território fala por si. Não através de discursos formais ou estratégias escritas, mas através das pessoas que o habitam, das histórias que transportam e dos gestos que repetem há gerações.
O município do Seixal associa-se, no próximo dia 27 de abril, às 15.30 horas, à realização da mesa-redonda Terras de Pão, Gente de Paz, uma iniciativa dedicada à reflexão sobre a importância do pão na identidade cultural, na gastronomia e na dinâmica das comunidades.
Existem duas formas de olhar para o pão tradicional de uma região. A primeira — mais comum — é vê-lo como património. Algo que se preserva, que se visita, que se respeita… mas que fica parado no tempo. A segunda — mais exigente — é percebê-lo como um ativo estratégico. Um produto com capacidade de gerar valor económico, atrair visitantes, dinamizar o território e posicionar uma região no mapa. E é precisamente aqui que começa esta história.
A história da Vila das Rainhas cruza tradição, inovação e uma visão diferenciadora sobre o futuro da ginja em Portugal. Desde que assumiu a liderança da empresa em 2001, Marina Brás tem vindo a transformar um licor de consumo local numa marca de referência nacional e internacional.
A Pedaços de Cacau, membro da Plataforma Nacional do Chocolate, nasceu em 2014 da paixão pelo chocolate e da vontade de criar experiências únicas à sua volta. O projeto, inicialmente desenvolvido em paralelo com a área da engenharia florestal, ganhou um novo rumo em 2016, quando a sua fundadora decidiu dedicar-se em exclusivo à marca.
A Páscoa é, por excelência, uma das épocas do ano em que o chocolate ganha maior destaque. No entanto, terminado o período festivo, este ingrediente continua a ter um papel relevante à mesa — não apenas como doce ocasional, mas como elemento gastronómico versátil que deverá ser valorizado.
A Plataforma Nacional do Pão marcou presença na Tecnipão 2026, integrando o programa promovido pela AHRESP e contribuindo para a dinamização de um conjunto de iniciativas centradas na panificação, com temas como a formação e na reflexão sobre o futuro do setor.
A panificação portuguesa esteve em destaque internacional nos dias 20 e 21 de janeiro, em Paris, com a participação de Elisabete Ferreira, membro da Plataforma Nacional do Pão, no Scène Bake Contest, integrado na prestigiada feira Sirha Europain.
Entre os dias 6 e 9 de março, a Tecnipão 2026 voltou a afirmar-se como um dos principais pontos de encontro dos profissionais da panificação, pastelaria, gelataria e chocolate em Portugal. O evento reuniu especialistas, chefs, marcas e entidades institucionais, promovendo a partilha de conhecimento, inovação e tendências do setor.
A Plataforma Nacional do Chocolate estará presente amanhã, dia 26 de fevereiro, na BTL – Better Tourism Lisbon Travel Market, reforçando a valorização do chocolate português enquanto ativo estratégico do turismo gastronómico nacional. A participação decorre no Stand do Município de Óbidos (2A11), num momento que une território, criatividade e promoção económica.
O Festival do Chocolate de Agualva e Mira Sintra 2026 regressa ao Largo da República, em Agualva, entre os dias 26 de fevereiro e 1 de março, afirmando-se como uma das iniciativas gastronómicas de maior proximidade no concelho de Sintra.
Num tempo em que discutimos sustentabilidade, território e identidade cultural, torna-se cada vez mais claro que o futuro não se constrói de forma isolada. Constrói-se na relação entre pessoas, saberes, práticas e também entre espécies. Falar de futuro é, inevitavelmente, falar de escolhas coletivas. O que produzimos, como produzimos e quem envolvemos nesse processo define não apenas o sistema alimentar, mas também o território, a biodiversidade e a coesão social. É neste cruzamento que o pão tradicional português assume um papel central — não apenas como alimento essencial, mas como elo entre natureza, cultura e políticas públicas. O projeto Futuros Partilhados, desenvolvido pela Palombar – Conservação da Natureza e do Património Rural, propõe uma reflexão profunda sobre a convivência entre espécies e sobre a forma como as comunidades constroem narrativas comuns a partir do território. Essa reflexão encontra um paralelo direto no trabalho da Plataforma Nacional do Pão (PNP), que procura reposicionar o pão no centro das discussões sobre sustentabilidade, biodiversidade agrícola e desenvolvimento local.
O chocolate tem vindo a afirmar-se, em Portugal, como uma verdadeira linguagem de criação gastronómica, capaz de dialogar com o território, a tradição e os sabores que definem a identidade nacional. Cada vez mais, chefs, pasteleiros e chocolate makers portugueses exploram ingredientes locais como ponto de partida para novas criações, onde o chocolate se assume como elemento central de inovação.
Mais do que uma tendência, a massa-mãe representa tempo, método e escolhas. Este artigo convida o consumidor a compreender melhor o pão que consome e a participar, de forma consciente, na valorização da qualidade e da transparência.
A Plataforma Nacional do Chocolate iniciou o ano de 2026 com renovada energia, espírito de colaboração e um compromisso reforçado com a valorização do chocolate enquanto produto cultural, gastronómico e económico de excelência em Portugal.
A Plataforma Nacional do Pão (PNP) marcou presença no evento Amassar o Pão, que decorreu em Leiria, uma iniciativa dedicada à reflexão sobre o papel do pão enquanto elemento central da cultura alimentar portuguesa e símbolo de partilha, proximidade e identidade coletiva. A participação da PNP enquadrou-se na sua missão de valorização do pão português, promovendo uma abordagem consciente, informada e respeitadora do seu valor cultural, social e económico. Mais do que um alimento, o pão foi apresentado como um património vivo, profundamente ligado às pessoas.
Com a chegada do Natal, o chocolate volta a assumir um papel de destaque nas mesas portuguesas, nas montras de pastelaria e nos gestos de partilha que caracterizam esta época festiva. Mais do que um ingrediente, o chocolate é símbolo de conforto, celebração e memória, atravessando gerações e reinventando-se todos os anos.
Antes de existir farinha, existe cereal. E antes de existir cereal, existe solo — um sistema vivo que, ao longo das últimas décadas, mudou profundamente em Portugal. Hoje, compreender essa transformação não é apenas um exercício técnico: é uma necessidade estratégica para todos os que trabalham na valorização do pão português. A Plataforma Nacional do Pão (PNP) tem, por isso, uma responsabilidade clara: interpretar os dados, antecipar tendências e traduzir o que acontece nos campos para o impacto que sentimos nas padarias. Porque a qualidade do pão começa muito antes da amassadura. Começa na forma como o país cuida da terra.
Às quatro da manhã, quando muitas cidades ainda dormem, já existe luz acesa em milhares de fornos. O cheiro, a massa a levedar, o vapor que sai do forno, o som dos tabuleiros a bater na banca de inox: é aqui que começa grande parte do dia de Portugal. A pergunta que hoje se coloca é simples e incómoda: Num mundo de inteligência artificial e robôs, haverá ainda lugar para o padeiro?
Existem histórias que não se encontram em museus. Encontram-se em prateleiras silenciosas, escondidas em páginas antigas, à espera de que alguém as desperte. Foi isso que aconteceu quando a PNP visitou a ACPP – Associação de Cozinheiros Profissionais de Portugal.
Escolher um bom chocolate pode parecer simples, mas, quando olhamos com mais atenção, percebemos que há muitos detalhes que influenciam diretamente o sabor, a textura e a qualidade final. Da origem do cacau à forma como é trabalhado, tudo conta. Saber ler um rótulo e reconhecer estes sinais faz toda a diferença — e transforma a experiência de provar chocolate numa verdadeira descoberta.
Hoje olhamos com respeito para a espiga dourada, ao sol acarinhada, e percebemos que o grão mais humilde se torna o que nos une à mesa — o trigo. No coração da cadeia do pão, o trigo é o elo que liga o campo à aldeia, o padeiro ao consumidor, a tradição à modernidade.
Portugal brilhou no 10.º Mondial du Pain com sabor, alma e nutrição “O pão é mais do que alimento — é cultura, identidade e partilha.”
Durante o evento Coimbra Região Gastronómica 2025, a AHRESP apresentou a sessão “A Mecânica do Restaurante”, destacando a importância de compreender, na prática, o funcionamento de um restaurante. O objetivo foi demonstrar, ao vivo, os procedimentos que garantem eficiência, organização e boa gestão diária, desde a cadeia de produção até ao atendimento do cliente.
A Plataforma Nacional do Chocolate marca presença na Fortaleza do Chocolate, em Valença, com um showcooking especial que promete surpreender os visitantes.
A Plataforma Nacional do Chocolate marcou presença na Coimbra Região Gastronómica 2025 com uma demonstração do Chef Bruno Santos dedicada à arte da bombonaria, integrada no arranque do evento que celebrou Coimbra como capital dos sabores.
Entre os dias 7 e 9 de novembro, a Plataforma Nacional do Chocolate marcou presença na Feira de Chocolate de Grândola 2025, um evento que voltou a transformar o município num verdadeiro palco de sabores, criatividade e partilha.
No dia 3 de novembro, celebra-se o Dia Mundial da Sanduíche — uma data aparentemente simples, mas cheia de significado...
Com a apresentação da Plataforma Nacional de Chocolate, a AHRESP reforça o seu compromisso em dar visibilidade aos setores que constroem a identidade gastronómica do país, convidando todos a conhecer e saborear o melhor que se faz em Portugal.
A propósito do Dia Mundial do Pão e da Alimentação, a Plataforma Nacional do Pão da AHRESP realizou no passado dia 23 de outubro uma iniciativa dedicada à temática, em parceria com o Museu do Pão.
O Município de Seia, representado pelo Vereador Cláudio Figueiredo, participou na iniciativa promovida pela Plataforma Nacional do Pão da AHRESP, dedicada ao papel do pão português como motor de resiliência, identidade cultural e desenvolvimento do território.
A Plataforma Nacional do Pão, da AHRESP, celebrou esta quinta-feira o Dia Mundial do Pão e da Alimentação com o encontro “Do Forno à Mesa”, realizado em Cheleiros, na Casa do Pão de Carvalhal, com o apoio do Município de Mafra.
Descubra os primeiros segredos da Arte da Bombonaria com o Chef Bruno Santos, numa demonstração ao vivo imperdível na Coimbra Gastronómica 2025, dia 14 de novembro, pelas 14h30.
As plataformas nacionais da AHRESP – Plataforma Nacional do Pão e Plataforma Nacional do Chocolate – promovem, no final de agosto e início de setembro, respetivamente, duas iniciativas que valorizam produtos emblemáticos da gastronomia portuguesa, juntando tradição, história e experiência imersiva. Reserve na sua agenda.
No Festival do Pão, em Mafra, a Plataforma Nacional do Pão, da AHRESP, promoveu um debate onde reuniu padeiros, investigadores e especialistas que defendem ideias comuns: é preciso dar valor ao pão de qualidade e tradição e inovação podem - e devem - caminhar lado a lado.
Mafra acolheu uma programação especial da Plataforma Nacional do Pão, integrada no Festival do Pão, que decorre até 13 de julho, no Jardim do Cerco. O Dia do Padeiro (8 de julho) foi assinalado com uma iniciativa que homenageou toda a cadeia de valor da panificação, destacando o papel essencial dos profissionais que mantêm viva a arte de fazer pão — com amor, saber e sabor, aliando a tradição à inovação.
PEDAÇOS DE CACAU TRANSFORMA CHOCOLATES EM EMOÇÕES PARA CELEBRAR O 11.º ANIVERSÁRIO
Durante a Feira de São Mateus, em Viseu, a Plataforma Nacional do Chocolate dinamizou, no dia 1 de setembro, um workshop dedicado ao universo do cacau.
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